{"id":11159,"date":"2016-09-15T12:17:25","date_gmt":"2016-09-15T15:17:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=11159"},"modified":"2016-09-15T12:17:25","modified_gmt":"2016-09-15T15:17:25","slug":"professor-brasileiro-ganha-39-da-media-salarial-de-paises-desenvolvidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/noticias\/professor-brasileiro-ganha-39-da-media-salarial-de-paises-desenvolvidos\/","title":{"rendered":"Professor brasileiro ganha 39% da m\u00e9dia salarial de pa\u00edses desenvolvidos"},"content":{"rendered":"<p>O professor brasileiro ganha, em m\u00e9dia, 39% do que \u00e9 pago para os mesmo profissionais nos pa\u00edses desenvolvidos, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) divulgados na manh\u00e3 desta quinta-feira (15).<\/p>\n<div id=\"content-body-3\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Considerando o piso salarial nacional de 2014, o m\u00ednimo que um docente brasileiro dos anos iniciais receberia seria o equivalente a cerca de 12.200 d\u00f3lares por ano. Em m\u00e9dia, nos pa\u00edses da OCDE, o sal\u00e1rio inicial de um docente do mesmo n\u00edvel \u00e9 de cerca de 31 mil d\u00f3lares. Pa\u00edses como Su\u00ed\u00e7a, Alemanha e Luxemburgo possuem sal\u00e1rios iniciais superiores a 45 mil d\u00f3lares por ano.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-4\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A an\u00e1lise faz parte do relat\u00f3rio &#8220;Education at a Glance 2016&#8221;, que conta com dados do Brasil e de mais 40 pa\u00edses. Segundo a OCDE, a maioria dos dados educacionais s\u00e3o referentes ao ano de 2014 e os dados financeiros s\u00e3o relativos a 2013.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-5\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em 2016 o sal\u00e1rio base nacional passou para R$ 2.135,64. Entretanto, diversos\u00a0sindicatos e entidades de classe questionam a aplica\u00e7\u00e3o, apontando que ele n\u00e3o \u00e9 cumprido em todos os estados.<\/p>\n<p>A pesquisa da OCDE, cujos destaques foram apresentados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira (Inep), \u00f3rg\u00e3o ligado ao Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), tamb\u00e9m avaliou a situa\u00e7\u00e3o salarial do professor universit\u00e1rio.<\/p>\n<p>Na educa\u00e7\u00e3o superior, considerando o sal\u00e1rio pago pelas institui\u00e7\u00f5es federais, &#8220;o sal\u00e1rio m\u00e9dio anual dos docentes em 2014 variou de 27 mil d\u00f3lares na Eslov\u00e1quia at\u00e9 133 mil d\u00f3lares em Luxemburgo. No Brasil, o sal\u00e1rio m\u00e9dio anual dos docentes trabalhando em IES federais foi de 41 mil d\u00f3lares.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-6\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>Total de alunos por professor<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-7\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<div class=\"content-body__ads\"><\/div>\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No Brasil, os professores t\u00eam um n\u00famero maior de aluno em sala de aula se comparado com os demais pa\u00edses da OCDE. No Brasil, a m\u00e9dia \u00e9 de 21 alunos por professor nos anos iniciais do ensino fundamental, 18 nos anos finais do ensino fundamental, 15 no ensino m\u00e9dio e 25 na educa\u00e7\u00e3o superior.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-8\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em m\u00e9dia, nos pa\u00edses da OCDE, existem cerca de 15 alunos por professor nos anos iniciais do ensino fundamental, 13 nos anos finais do ensino fundamental e ensino m\u00e9dio e 17 na educa\u00e7\u00e3o superior.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-9\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No caso brasileiro, o n\u00famero \u00e9 maior nas escolas p\u00fablicas do que nas privadas. A m\u00e9dia dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas p\u00fablicas \u00e9 de 25 alunos por professor, enquando nas escolas privadas \u00e9 de 18 alunos por professor.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-10\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>Investimento p\u00fablico<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-11\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A propor\u00e7\u00e3o de gasto p\u00fablico dedicado \u00e0 educa\u00e7\u00e3o diminuiu, entre 2005 e 2013, em mais de dois ter\u00e7os dos pa\u00edses com dados dispon\u00edveis. O Brasil foge dessa regra: em 2013, o gasto em educa\u00e7\u00e3o representou 16% do gasto p\u00fablico total, enquanto na m\u00e9dia esse valor representou 11%.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-12\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Entretanto, a s\u00e9rie hist\u00f3rica do &#8220;Education at a Glance 2016&#8221; continua a colocar o pa\u00eds como um dos que continua a aumentar o investimento, mas ainda investe menos do que os demais pa\u00edses.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-13\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Em 2013, o gasto anual por aluno (do ensino fundamental at\u00e9 a educa\u00e7\u00e3o superior) foi menor que 5 mil d\u00f3lares no Brasil, M\u00e9xico e Turquia e mais de 15 mil d\u00f3lares em Luxemburgo, Noruega e Estados Unidos&#8221;, detalha o Inep.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-14\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Segundo o \u00f3rg\u00e3o, considerando apenas o investimento p\u00fablico em educa\u00e7\u00e3o, o Brasil investe anualmente cerca de 3,8 mil d\u00f3lares por aluno da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, sendo que, para cada n\u00edvel educacional, os pa\u00edses da OCDE investem, em m\u00e9dia, cerca de 8.400 d\u00f3lares por aluno dos anos iniciais, 9.900 por aluno dos anos finais e 9.800 por aluno do ensino m\u00e9dio.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-15\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>Nem-Nem<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-16\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O Brasil tem o maior percentual de jovens de 20 a 24 anos de idade que n\u00e3o est\u00e3o estudando: 75%. No entanto, mais da metade desses jovens que n\u00e3o estudam est\u00e3o trabalhando e, segundo a PNAD 2014, 57% j\u00e1 conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio (50%) ou superior (7%).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-17\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Quando se analisa uma faixa de idade maior, entre 15 a 29 anos, verifica-se que 20% dos brasileiros nem estudam nem trabalham, sendo que a m\u00e9dia OCDE para 2014 foi de 15%&#8221;, analisa o relat\u00f3rio do Inep.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-18\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No Brasil, Chile, Col\u00f4mbia e M\u00e9xico o percentual de mulheres entre 15 e 29 anos que n\u00e3o est\u00e3o trabalhando nem estudando \u00e9 maior que 25%, enquanto entre homens esse percentual \u00e9 menor que 17%.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-19\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o superior<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-20\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apesar do avan\u00e7o recente no total de matr\u00edculas do ensino superior, o Brasil ainda est\u00e1 abaixo da m\u00e9dia na propor\u00e7\u00e3o de pessoas com diploma supeior. No Brasil, na faixa et\u00e1rio de 25-34 anos, 16% da popula\u00e7\u00e3o tem ensino superior, contra 69% na Coreia do Sul e 60% no Jap\u00e3o. A realidade brasileira est\u00e1 mais pr\u00f3xima de pa\u00edses como \u00c1frica do Sul (14%) e Indon\u00e9sia (11%).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-21\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>N\u00edvel M\u00e9dio<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-22\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ao lado do Canad\u00e1 e da \u00cdndia, o Brasil figura entre os pa\u00edses com o menor percentual de concluintes do ensino m\u00e9dio que cursaram educa\u00e7\u00e3o profissional: cerca de 6% em rela\u00e7\u00e3o ao total de concluintes do ensino m\u00e9dio em 2014. Na m\u00e9dia dos pa\u00edses da OCDE, 49% dos jovens concluintes do ensino m\u00e9dio eram de forma\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-23\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>Desemprego<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-24\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A tend\u00eancia mundial \u00e9 que o desemprego seja maior entre aqueles com menor escolariza\u00e7\u00e3o. Entretanto, No Brasil, Isl\u00e2ndia, M\u00e9xico, Coreia do Sul, Indon\u00e9sia e Jap\u00e3o, a diferen\u00e7a na taxa de desemprego \u00e9 muito pequena em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel de escolariza\u00e7\u00e3o. &#8220;No Brasil, por exemplo, a taxa de desemprego em 2014 foi de menos de 6% em todos os n\u00edveis de escolariza\u00e7\u00e3o, enquanto a taxa de desemprego, em m\u00e9dia, na OCDE variou entre 4,9% (para quem tem educa\u00e7\u00e3o superior) e 12,4% (para quem n\u00e3o tem ensino m\u00e9dio)&#8221;, aponta documento do Inep que avalia do destaques do estudo da OCDE.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-25\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"content-body__intertitle col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p><strong>Renda e escolariza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content-body-26\" class=\"content-body columns col-centered \">\n<div class=\"col-lg-13 col-md-16 col-centered\">\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No Brasil, Chile e M\u00e9xico, quem possui gradua\u00e7\u00e3o chega a ganhar quase o dobro dos que possuem apenas o ensino m\u00e9dio, enquanto na \u00c1ustria essa diferen\u00e7a n\u00e3o ultrapassa 5%. Na m\u00e9dia dos pa\u00edses da OCDE, as mulheres com n\u00edvel superior ganham 73% da remunera\u00e7\u00e3o dos homens com a mesma escolariza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"content-body__text \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Fonte: <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/\" target=\"_blank\">G1<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O professor brasileiro ganha, em m\u00e9dia, 39% do que \u00e9 pago para os mesmo profissionais nos pa\u00edses desenvolvidos, segundo dados da Organiza\u00e7\u00e3o para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) divulgados na manh\u00e3 desta quinta-feira (15). 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