{"id":11794,"date":"2016-10-17T11:05:25","date_gmt":"2016-10-17T14:05:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=11794"},"modified":"2016-10-17T11:05:25","modified_gmt":"2016-10-17T14:05:25","slug":"4-licoes-do-teatro-para-falar-muito-melhor-em-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/dicas\/4-licoes-do-teatro-para-falar-muito-melhor-em-publico\/","title":{"rendered":"4 li\u00e7\u00f5es do teatro para falar (muito) melhor em p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<p>Desenvolver a capacidade de falar em p\u00fablico n\u00e3o vem a calhar apenas quando se est\u00e1 no palco para uma TED Talk. \u00c9 algo \u00fatil no dia a dia para expor seu ponto de vista em p\u00fablico, seja no trabalho, na universidade ou em qualquer outro lugar.<\/p>\n<p>O Na Pr\u00e1tica recentemente publicou 12 formas de aprimorar suas habilidades nesse campo para transmitir suas informa\u00e7\u00f5es de maneira mais eficaz. Agora as dicas v\u00eam do Teatr\u00eas Teatro Coach, onde Mauro Henrique Toledo e Alzira Andrade, que tamb\u00e9m mant\u00eam o blog Quero Falar em P\u00fablico, apostam no dom\u00ednio do corpo e em t\u00e9cnicas teatrais para transformar a comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div id=\"container_wbc7b9120ec\"><\/div>\n<p>Para a dupla de coaches, compreender o que est\u00e1 dando errado \u00e9 o primeiro passo para se preparar e sair do loop negativo. Confira abaixo algumas das li\u00e7\u00f5es apresentadas por eles:<\/p>\n<p><strong>1. Saiba que as rea\u00e7\u00f5es negativas t\u00eam motivo<\/strong><br \/>\n\u00c9 dif\u00edcil achar algu\u00e9m que n\u00e3o se identifique: no meio do discurso, d\u00e1 um branco. Que palavra era aquela? Do que voc\u00ea estava falando mesmo? Isso pode desencadear uma s\u00e9rie de rea\u00e7\u00f5es f\u00edsicas negativas, como nervosismo, ansiedade, ruboriza\u00e7\u00e3o e taquicardia. Humilhada, a pessoa dispara a falar ou trava. Quer acabar com aquilo o mais r\u00e1pido poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Esse tipo de experi\u00eancia negativa \u00e9 marcante e pode vir a acontecer de novo, criando um medo da situa\u00e7\u00e3o em si. \u201cPensar sobre o medo fortalece o medo\u201d, diz Alzira, e \u201cafirm\u00e1-lo refor\u00e7a o caminho neural, viciando as rea\u00e7\u00f5es do corpo.\u201d Saber que voc\u00ea tem o poder de controlar seu corpo fisicamente desenvolve seu potencial de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>2. Pratique o empoderamento<\/strong><br \/>\nUma das maneiras de se sentir no controle \u00e9 um exerc\u00edcio de empoderamento. A dupla sugere que voc\u00ea pense num momento em que agiu com coragem e prontid\u00e3o. N\u00e3o pense nas consequ\u00eancias boas ou ruins daquele ato, apenas escreva como se sentiu. A energia contida naquela lembran\u00e7a pode se tornar um estado de \u00e2nimo poderoso, que voc\u00ea pode utilizar a seu favor e trocar as rea\u00e7\u00f5es negativas pelas positivas. \u201cValorize suas experi\u00eancias positivas\u201d, dizem os coaches.<\/p>\n<p><strong>3. Lembre-se de que a plateia n\u00e3o \u00e9 um tigre<\/strong><br \/>\nO sistema nervoso guarda em si uma rea\u00e7\u00e3o chamada \u201cfight or flight\u201d, ou luta ou fuga. Foi gravada h\u00e1 milh\u00f5es de anos e serve para identificar perigos rapidamente, para que decis\u00f5es de vida ou morte sejam tomadas depressa. Quando ativada, a rea\u00e7\u00e3o causa taquicardia, estresse, boca seca. A dupla utiliza um encontro com um tigre como exemplo: \u00e9 algo muito perigoso e que desencadeia, de maneira justificada, essa manifesta\u00e7\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<p>Quando se trata de falar em p\u00fablico, saber que essa rea\u00e7\u00e3o n\u00e3o passa de um perigo imagin\u00e1rio \u00e9 fundamental. Para se acalmar, Mauro recomenda uma t\u00e9cnica de respira\u00e7\u00e3o chamada 535: solte os ombros, respire focando no diafragma por cinco tempos, segure por outros tr\u00eas e solte por cinco tempos. Repita algumas vezes. O efeito \u00e9 impressionante.<\/p>\n<p><strong>4. Seja emp\u00e1tico<\/strong><br \/>\nOutro conselho comum por a\u00ed \u00e9 que a plateia est\u00e1 ali para ser conquistada, vencida\u2026 derrotada. N\u00e3o \u00e9 verdade. Pensar assim tamb\u00e9m resulta em estresse, ansiedade e tens\u00e3o. Aja da maneira aposta: identifique-se com a plateia e seja emp\u00e1tico. Coloque-se no lugar dela, saiba seu perfil geral e pratique a generosidade ao expor suas ideias, compreendendo quem s\u00e3o as pessoas e as auxiliando com informa\u00e7\u00f5es na hora certa.<\/p>\n<p>Se tiver dificuldades para entender exatamente como agir com empatia, eles sugerem um exerc\u00edcio sobre o oposto. Pense numa pessoa ap\u00e1tica que voc\u00ea conhece \u2013 algu\u00e9m desanimado, sem energia e que n\u00e3o demonstra desenvolvimento. Descreva todas as suas caracter\u00edsticas e reflita sobre as vezes em que voc\u00ea tamb\u00e9m esteve assim. O que colheu? O que essa apatia criou? Desinteresse? Ressentimento? \u00c9 justamente o que cria um orador ap\u00e1tico.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/exame.abril.com.br\/\" target=\"_blank\">Exame.com\u00a0<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desenvolver a capacidade de falar em p\u00fablico n\u00e3o vem a calhar apenas quando se est\u00e1 no palco para uma TED Talk. \u00c9 algo \u00fatil no dia a dia para expor seu ponto de vista em p\u00fablico, seja no trabalho, na universidade ou em qualquer outro lugar. 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