{"id":2406,"date":"2012-07-25T16:50:09","date_gmt":"2012-07-25T19:50:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=2406"},"modified":"2012-07-25T16:50:09","modified_gmt":"2012-07-25T19:50:09","slug":"o-medo-do-erro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/noticias\/o-medo-do-erro\/","title":{"rendered":"O medo do erro"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>George A. Kohlrieser, da escola de neg\u00f3cios IMD na Su\u00ed\u00e7a, diz que o receio de errar aumentou nas empresas e afastou os profissionais de seus l\u00edderes<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/o-medo-do-erro\/frase_01_b\/\" rel=\"attachment wp-att-2407\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2407\" title=\"Frase_01_B\" src=\"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/Frase_01_B.jpg\" alt=\"\" width=\"538\" height=\"359\" srcset=\"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/Frase_01_B.jpg 538w, https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/07\/Frase_01_B-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 538px) 100vw, 538px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Nos pa\u00edses ricos, o mundo do trabalho vive uma esp\u00e9cie de depress\u00e3o. \u00c9 o que aponta George A. Kohlrieser, diretor do programa de lideran\u00e7a e comportamento organizacional da escola de neg\u00f3cios IMD, na Su\u00ed\u00e7a. O principal fator \u00e9 a crise econ\u00f4mica, que tem efeitos em praticamente todos os neg\u00f3cios do mundo. H\u00e1 muita ansiedade no ar e os l\u00edderes n\u00e3o est\u00e3o dando conta de control\u00e1-la, o que abre espa\u00e7o para a inseguran\u00e7a, que leva ao distanciamento entre l\u00edderes e suas equipes. George tem uma experi\u00eancia inusitada, como negociador de ref\u00e9ns em sequestros, e em abril fala sobre gest\u00e3o de conflitos num programa da HSM Educa\u00e7\u00e3o. &#8220;\u00c9 necess\u00e1rio transformar a amargura em benef\u00edcios para o futuro&#8221;, diz.<\/p>\n<p><strong>Em um artigo recente o senhor diz que o engajamento e o moral dos funcion\u00e1rios atingiu os piores n\u00edveis dos \u00faltimos 15 anos. Por que isso aconteceu?<\/strong><br \/>\nA crise econ\u00f4mica em pa\u00edses ricos est\u00e1 gerando uma onda de inseguran\u00e7a no trabalho. No meio corporativo, a lideran\u00e7a atual foca demais nas metas e resultados e acaba tratando as pessoas como objetos que geram receita. Muitos gestores n\u00e3o desenvolvem as rela\u00e7\u00f5es pessoais e criam ansiedade e medo na equipe. Um l\u00edder precisa estimular um senso de partilha no grupo e na organiza\u00e7\u00e3o e levar em conta a carreira dos funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>Como os profissionais podem reinventar sua carreira e ter mais est\u00edmulo para trabalhar?<\/strong><br \/>\nNosso c\u00e9rebro \u00e9 naturalmente curioso. O profissional tem de olhar para novas possibilidades. \u00c9 importante se perguntar quais s\u00e3o seus interesses e se voc\u00ea est\u00e1 vivendo seus sonhos. Al\u00e9m disso, sentir que voc\u00ea est\u00e1 desenvolvendo habilidades e criando novos cap\u00edtulos em sua carreira. As pessoas se sentem realizadas quando vivem motiva\u00e7\u00f5es intr\u00ednsecas, que v\u00e3o al\u00e9m dos b\u00f4nus e das metas.<\/p>\n<p><strong>O senhor j\u00e1 trabalhou em mais de cem pa\u00edses. H\u00e1 alguma particularidade no comportamento dos profissionais brasileiros?<\/strong><br \/>\nSim, os brasileiros s\u00e3o interessados em pessoas e se envolvem emocionalmente. costumam se relacionar bem tanto com fam\u00edlia e amigos quanto com colegas de trabalho. E isso se reflete no alto desempenho da equipe. H\u00e1 \u00f3timos exemplos de boa lideran\u00e7a no Brasil, pessoas que sabem lidar com as diferen\u00e7as. Mas a cultura corporativa ainda \u00e9 muito individualista no pa\u00eds e persiste um modelo &#8220;mand\u00e3o&#8221; de chefia, por isso h\u00e1 tamb\u00e9m muitos gestores que n\u00e3o ouvem seus funcion\u00e1rios e n\u00e3o sabem dar feedback e coaching.<\/p>\n<p><strong>Como os l\u00edderes devem se comportar para motivar seu time?<\/strong><br \/>\nMostrando intelig\u00eancia emocional e verdadeiro interesse pelas pessoas. Isso se demonstra perguntando coisas para os funcion\u00e1rios, como o que eles precisam e almejam, al\u00e9m de mostrar interesse pela forma como eles se comportam, observando como discutem um problema e se est\u00e1 na hora de mudar de cargo. Neste processo, \u00e9 essencial dar feedback honestos e manter o di\u00e1logo.<\/p>\n<p><strong>Quais s\u00e3o os maiores erros cometidos pela lideran\u00e7a?<\/strong><br \/>\nEla tem cobrado elevadas metas sem prestar aten\u00e7\u00e3o suficiente nas pessoas, nem inspir\u00e1-las. Os funcion\u00e1rios n\u00e3o podem se sentir usados. Em vez de se preocupar demais com cobrar e impor limite, a lideran\u00e7a deve se interessar por gerar energia e unir o grupo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/vocesa.abril.com.br\/desenvolva-sua-carreira\/materia\/medo-erro-684711.shtml\" target=\"_blank\"><strong>Fonte: Voc\u00ea S\/A<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>George A. Kohlrieser, da escola de neg\u00f3cios IMD na Su\u00ed\u00e7a, diz que o receio de errar aumentou nas empresas e afastou os profissionais de seus l\u00edderes Nos pa\u00edses ricos, o mundo do trabalho vive uma esp\u00e9cie de depress\u00e3o. \u00c9 o que aponta George A. 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