{"id":3150,"date":"2013-08-06T20:10:09","date_gmt":"2013-08-06T23:10:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=3150"},"modified":"2013-08-06T20:10:21","modified_gmt":"2013-08-06T23:10:21","slug":"pais-tem-menor-taxa-de-desemprego-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/mercado-de-trabalho\/pais-tem-menor-taxa-de-desemprego-da-historia\/","title":{"rendered":"Pa\u00eds tem menor taxa de desemprego da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Na \u00faltima segunda-feira (5) foi lan\u00e7ado em S\u00e3o Paulo o quarto caderno \u201cVozes da Nova Classe M\u00e9dia\u201d. A publica\u00e7\u00e3o, da Secretaria de Assuntos Estrat\u00e9gicos da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, aborda pol\u00edticas de cria\u00e7\u00e3o e estabiliza\u00e7\u00e3o dos empregos formais no Brasil e mostra que a remunera\u00e7\u00e3o dos mais vulner\u00e1veis cresceu mais do que a dos menos vulner\u00e1veis no pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dados do estudo mostram que o crescimento \u2013 de 24% em m\u00e9dia \u2013 da renda das fam\u00edlias brasileiras foi resultado, principalmente, do trabalho formal. No per\u00edodo de 2001 a 2011, 16 milh\u00f5es de postos de trabalho foram criados, sendo 13 milh\u00f5es de empregos do tipo assalariado, com carteira de trabalho assinada. A qualifica\u00e7\u00e3o dos trabalhadores melhorou, e a for\u00e7a de trabalho foi realocada para segmentos com melhores oportunidades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Expans\u00e3o das oportunidades de trabalho<br \/>\nOs \u00faltimos dez anos presenciaram um marcante crescimento das oportunidades de trabalho no pa\u00eds e, como consequ\u00eancia, uma acentuada redu\u00e7\u00e3o na taxa de desemprego. Ao longo desse per\u00edodo, o n\u00famero de postos de trabalho no Brasil cresceu em 16 milh\u00f5es. Em 2001, eram 76 milh\u00f5es de postos de trabalho, com evolu\u00e7\u00e3o para 92 milh\u00f5es em 2011. Na d\u00e9cada, portanto, ocorreu uma expans\u00e3o de 20% nas oportunidades de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A expans\u00e3o na oferta de postos de trabalho trouxe com ela tamb\u00e9m uma mudan\u00e7a qualitativa na dire\u00e7\u00e3o do trabalho assalariado, em particular do trabalho assalariado formal. Pela primeira vez, mais da metade dos ocupados no Brasil s\u00e3o trabalhadores assalariados formais e mais de 3\/4 dos assalariados no setor privado t\u00eam uma carteira de trabalho assinada. De acordo com o estudo, a conex\u00e3o dessas transforma\u00e7\u00f5es no mundo do trabalho com a ascens\u00e3o da classe m\u00e9dia n\u00e3o poderia ser mais direta, uma vez que mais de 60% dos empregados com carteira no setor privado vivem em fam\u00edlias dessa classe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Remunera\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o<br \/>\nA remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dos trabalhadores brasileiros cresceu 24% ao longo da \u00faltima d\u00e9cada (em m\u00e9dia, 2% ao ano). Para os trabalhadores na classe m\u00e9dia, o crescimento foi ainda mais acelerado, sendo mais que 31% no per\u00edodo (em m\u00e9dia, quase 3% ao ano).<br \/>\nO aumento na remunera\u00e7\u00e3o dos ocupados resulta da combina\u00e7\u00e3o de dois fatores: em primeiro lugar, melhorias na qualifica\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. Em segundo lugar, mudan\u00e7as na qualidade dos postos de trabalho com realoca\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho na dire\u00e7\u00e3o de segmentos capazes de oferecer melhores oportunidades e o avan\u00e7o da remunera\u00e7\u00e3o nos segmentos modernos e tradicionais, como no trabalho por conta pr\u00f3pria e assalariado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, a for\u00e7a de trabalho brasileira tornou-se substancialmente mais escolarizada, com crescimento acelerado (27%), passando de 6,7 anos de estudo em 2001 para 8,5 em 2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, a falta de atrativos para trabalhadores com baixa qualifica\u00e7\u00e3o gera um problema: a rotatividade no mercado de trabalho. A movimenta\u00e7\u00e3o gera preju\u00edzos ao trabalhador, que tem menos chances de aumento da remunera\u00e7\u00e3o e ao empregador, que perde em produtividade. Imp\u00f5em-se agora novos desafios: o da cria\u00e7\u00e3o de empregos mais est\u00e1veis e do aprofundamento das rela\u00e7\u00f5es de trabalho para a nova classe m\u00e9dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vozes da Nova Classe M\u00e9dia<br \/>\nA s\u00e9rie \u201cVozes da Nova Classe M\u00e9dia\u201d traz estudos peri\u00f3dicos que informam sobre a evolu\u00e7\u00e3o, os valores, o comportamento e as aspira\u00e7\u00f5es da classe m\u00e9dia brasileira, a fim de subsidiar a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. A \u00faltima edi\u00e7\u00e3o apresentou o avan\u00e7o do n\u00famero de postos de trabalho formais criados entre 2001 e 2011, e abordou a contribui\u00e7\u00e3o do empreendedorismo para a expans\u00e3o e a sustentabilidade da classe m\u00e9dia.<\/p>\n<p><strong>Fonte: Maxpress<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na \u00faltima segunda-feira (5) foi lan\u00e7ado em S\u00e3o Paulo o quarto caderno \u201cVozes da Nova Classe M\u00e9dia\u201d. 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