{"id":3575,"date":"2014-04-23T18:45:57","date_gmt":"2014-04-23T21:45:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=3575"},"modified":"2016-11-08T16:47:51","modified_gmt":"2016-11-08T19:47:51","slug":"60-dos-engenheiros-nao-trabalham-na-area-diz-estudo-da-cni","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/noticias\/60-dos-engenheiros-nao-trabalham-na-area-diz-estudo-da-cni\/","title":{"rendered":"60% dos engenheiros n\u00e3o trabalham na \u00e1rea, diz estudo da CNI"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"line-height: 1.5em;\">Entidade diz que profissionais chegam ao mercado com falta de pr\u00e1tica e acabam indo para outros setores<\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma parcela de 58% dos engenheiros brasileiros n\u00e3o trabalha em sua \u00e1rea de forma\u00e7\u00e3o, mostra um estudo feito pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) com base em estat\u00edsticas do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Ou seja, seis de cada dez engenheiros brasileiros n\u00e3o trabalham com engenharia. O levantamento aponta que de 680.526 engenheiros empregados, apenas 286.302 (42%) trabalham na \u00e1rea e, dentro desse grupo, 65% atuam na regi\u00e3o Sudeste. Do total de ocupados com engenharia, pouco mais da metade est\u00e1 no setor industrial, que atrai 153.341 profissionais (54%).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para a CNI, esses resultados s\u00e3o motivo de preocupa\u00e7\u00e3o para o setor produtivo, argumentando que &#8220;os engenheiros s\u00e3o os profissionais que levam a inova\u00e7\u00e3o e competitividade para as empresas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A ind\u00fastria que investe em inova\u00e7\u00e3o requer profissionais prontos, com vis\u00e3o de mercado, habilidades de gest\u00e3o, de trabalho em equipe, aplica\u00e7\u00e3o de leis e normas t\u00e9cnicas e dom\u00ednio de idiomas estrangeiros, principalmente o ingl\u00eas. Mas os engenheiros saem das universidades brasileiras com excesso de teoria e falta de pr\u00e1tica. Como n\u00e3o est\u00e3o prontos para a ind\u00fastria, buscam outros setores&#8221;, avalia o diretor de Educa\u00e7\u00e3o e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante desse cen\u00e1rio, a CNI defende mudan\u00e7as nos cursos de engenharia. Uma das sugest\u00f5es \u00e9 a inclus\u00e3o de disciplinas no curr\u00edculo de experi\u00eancias pr\u00e1ticas para que haja uma ader\u00eancia do ensino \u00e0s demandas da ind\u00fastria, semelhante ao que ocorre com a resid\u00eancia em medicina. A confedera\u00e7\u00e3o cita que na Alemanha &#8220;a forma\u00e7\u00e3o de engenheiros \u00e9 baseada em know-how pr\u00e1tico, voltada para aplica\u00e7\u00e3o industrial&#8221;.<\/p>\n<p><b>Fonte: Estad\u00e3o<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entidade diz que profissionais chegam ao mercado com falta de pr\u00e1tica e acabam indo para outros setores Uma parcela de 58% dos engenheiros brasileiros n\u00e3o trabalha em sua \u00e1rea de forma\u00e7\u00e3o, mostra um estudo feito pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) com base em estat\u00edsticas do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC) e do Instituto Brasileiro de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12544,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34,5,153],"tags":[467,468],"post_folder":[],"class_list":["post-3575","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-carreira","category-noticias","category-mercado-de-trabalho","tag-60-dos-engenheiros-nao-trabalham-na-area","tag-diz-estudo-da-cni"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3575","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3575"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3575\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12545,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3575\/revisions\/12545"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12544"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3575"},{"taxonomy":"post_folder","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/post_folder?post=3575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}