{"id":36691,"date":"2021-07-20T15:49:24","date_gmt":"2021-07-20T18:49:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=36691"},"modified":"2021-07-20T15:49:25","modified_gmt":"2021-07-20T18:49:25","slug":"banco-mundial-preve-nove-anos-de-efeito-negativo-da-pandemia-sobre-emprego-e-salario-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/noticias\/banco-mundial-preve-nove-anos-de-efeito-negativo-da-pandemia-sobre-emprego-e-salario-no-brasil\/","title":{"rendered":"Banco Mundial prev\u00ea nove anos de efeito negativo da pandemia sobre emprego e sal\u00e1rio no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Em relat\u00f3rio, institui\u00e7\u00e3o afirma que pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina costumam levar &#8216;muitos anos&#8217; para se recuperar quando h\u00e1 perda de emprego em crises.<\/h4>\n\n\n\n<p>Relat\u00f3rio divulgado pelo&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/banco-mundial\/\">Banco Mundial<\/a>&nbsp;nesta ter\u00e7a-feira (20) afirma que a crise econ\u00f4mica causada pela pandemia deve provocar efeito negativo sobre empregos e sal\u00e1rios no Brasil por&nbsp;<strong>nove anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme o relat\u00f3rio &#8220;Emprego em crise: Trajet\u00f3rias para melhores empregos na Am\u00e9rica Latina p\u00f3s-Covid-19&#8221;, os pa\u00edses da regi\u00e3o costumam levar &#8220;muitos anos&#8221; para se recuperar quando h\u00e1 perda de emprego em crises econ\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ressalta o documento, as &#8220;grandes sequelas&#8221; tendem a persistir na regi\u00e3o por muitos anos, levando os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina \u00e0 redu\u00e7\u00e3o &#8220;longa e expressiva&#8221; dos \u00edndices de emprego formal.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;No Brasil e no Equador, embora os trabalhadores com ensino superior n\u00e3o sofram os impactos de uma crise em termos salariais e sofram apenas impactos de curta dura\u00e7\u00e3o em mat\u00e9ria de emprego, os efeitos sobre o emprego e os sal\u00e1rios do trabalhador m\u00e9dio ainda perduram nove anos ap\u00f3s o in\u00edcio da crise&#8221;, diz o relat\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/tudo-sobre\/ibge\/\">IBGE<\/a>),\u00a0<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2021\/06\/30\/desemprego-fica-em-147percent-no-trimestre-terminado-em-abril-diz-ibge.ghtml\">o desemprego no Brasil ficou em 14,7%<\/a>\u00a0no trimestre encerrado em abril e se manteve em patamar recorde, atingindo\u00a0<strong>14,8 milh\u00f5es de pessoas<\/strong>\u00a0(<strong>veja detalhes no v\u00eddeo abaixo<\/strong>).<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/globoplay.globo.com\/v\/9649693\/\">https:\/\/globoplay.globo.com\/v\/9649693\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&#8216;Cicatrizes&#8217;<\/h2>\n\n\n\n<p>Ainda no relat\u00f3rio, o Banco Mundial afirma que a crise causada pela pandemia deve provocar &#8220;cicatrizes&#8221; mais &#8220;intensas&#8221; nos trabalhadores menos qualificados, isto \u00e9, segundo o banco, aqueles sem ensino superior.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas &#8220;cicatrizes&#8221;, diz o relat\u00f3rio, s\u00e3o&nbsp;<strong>aumento do desemprego<\/strong>;&nbsp;<strong>aumento da informalidade<\/strong>; e&nbsp;<strong>redu\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Na regi\u00e3o da ALC [Am\u00e9rica Latina e Caribe], as cicatrizes s\u00e3o mais intensas para os trabalhadores menos qualificados, sem ensino superior&#8221;, diz o documento.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o banco, os trabalhadores informais t\u00eam menos prote\u00e7\u00f5es contra efeitos de crises econ\u00f4micas e, assim, a probabilidade de eles perderem o emprego \u00e9 maior, independentemente da qualifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os trabalhadores com ensino superior, diz o relat\u00f3rio, n\u00e3o devem sofrer os impactos da crise no sal\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mais efeitos da crise<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o banco, o n\u00edvel de emprego informal na Am\u00e9rica Latina costuma continuar menor por um ano e oito meses ap\u00f3s o in\u00edcio de uma recess\u00e3o. No caso dos empregos formais, a recupera\u00e7\u00e3o demora mais de dois anos e meio para acontecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com a institui\u00e7\u00e3o, as taxas de desemprego e informalidade devem permanecer altas durante anos, embora o impacto n\u00e3o seja t\u00e3o elevado no valor dos sal\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque os trabalhadores mais jovens que ingressam no mercado de trabalho t\u00eam um in\u00edcio de carreira pior, do qual n\u00e3o conseguem se recuperar.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o banco, as perdas de emprego s\u00e3o mais duradouras para empregados com carteira assinada de locais com setores de servi\u00e7o menores; menor n\u00famero de empresas de grande porte; e setores prim\u00e1rios maiores &#8212; como agricultura, pecu\u00e1ria, pesca e extrativismo mineral.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2021\/07\/20\/banco-mundial-preve-nove-anos-de-efeito-negativo-da-pandemia-sobre-emprego-e-salario-no-brasil.ghtml\">G1 Globo<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em relat\u00f3rio, institui\u00e7\u00e3o afirma que pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina costumam levar &#8216;muitos anos&#8217; para se recuperar quando h\u00e1 perda de emprego em crises. 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