{"id":4175,"date":"2014-06-24T10:16:53","date_gmt":"2014-06-24T13:16:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=4175"},"modified":"2016-10-11T17:42:50","modified_gmt":"2016-10-11T20:42:50","slug":"como-impedir-que-as-emocoes-atrapalhem-a-sua-produtividade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/carreira\/como-impedir-que-as-emocoes-atrapalhem-a-sua-produtividade\/","title":{"rendered":"Como impedir que as emo\u00e7\u00f5es atrapalhem a sua produtividade?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>Est\u00e1 sentindo raiva, medo ou frustra\u00e7\u00e3o no trabalho? Especialista d\u00e1 conselhos para n\u00e3o ter o seu desempenho minado pelas emo\u00e7\u00f5es reprimidas<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por Claudia Gasparini<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o adianta: por mais que o mundo corporativo cultive a fantasia de que um bom profissional deve ser 100% racional, emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o um ingrediente presente em qualquer situa\u00e7\u00e3o de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a tentativa de negar sentimentos n\u00e3o \u00e9 somente um esfor\u00e7o em v\u00e3o &#8211; ela tamb\u00e9m pode estar comprometendo a sua produtividade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com uma pesquisa da escola de aprendizagem corporativa Cultman, quase 89% dos l\u00edderes n\u00e3o admitem o impacto das emo\u00e7\u00f5es no seu dia a dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Rog\u00e9rio Boeira, fundador da escola, isso compromete imensamente os resultados do trabalho em qualquer n\u00edvel hier\u00e1rquico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ele, mais do que procurar \u201ccalar\u201d uma parte inerente \u00e0 nossa humanidade, dev\u00edamos tentar investigar nossas emo\u00e7\u00f5es e us\u00e1-las ao nosso favor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A seguir, com a ajuda do especialista, listamos tr\u00eas h\u00e1bitos saud\u00e1veis para elevar o n\u00edvel das suas escolhas profissionais por meio do autoconhecimento:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Permita-se sentir mesmo o que \u00e9 ruim<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ser equilibrado n\u00e3o significa estar sempre calmo. \u201c\u00c9 fundamental se deixar vivenciar as emo\u00e7\u00f5es, inclusive as negativas\u201d, aconselha Boeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ele, ignorar o inc\u00f4modo n\u00e3o vai faz\u00ea-lo desaparecer. Quanto mais voc\u00ea deixar a emo\u00e7\u00e3o correr livremente no seu foro \u00edntimo, mais chances tem de elaborar aquele problema e, eventualmente, solucion\u00e1-lo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplo:<\/strong> Se voc\u00ea est\u00e1 sentindo raiva do seu chefe, a pior alternativa \u00e9 negar esse sentimento. N\u00e3o precisa brigar, necessariamente. \u201cO importante \u00e9 voc\u00ea processar internamente a emo\u00e7\u00e3o para entend\u00ea-la\u201d, afirma Boeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. N\u00e3o pense apenas, escreva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Expressar nossos sentimentos no papel ajuda a trazer mais informa\u00e7\u00e3o para o consciente. Segundo Boeira, essa \u201ctradu\u00e7\u00e3o\u201d contribui para que os seus sentimentos reais venham \u00e0 tona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSe voc\u00ea permanece no campo imaginativo, sem dar forma ao seu pensamento com a escrita ou com a fala, o conflito segue por caminhos mais confort\u00e1veis e nada se resolve de fato\u201d, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplo:<\/strong> Boeira diz que muita gente pensa que admira um colega, mas pode estar sentindo inveja. \u201cDescobertas desse tipo podem ocorrer no processo da escrita\u201d, diz o especialista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. Reconhe\u00e7a as suas limita\u00e7\u00f5es e as dos outros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num momento de decis\u00e3o, \u00e9 essencial estar atento \u00e0s suas pr\u00f3prias expectativas, fragilidades e anseios. Um segundo passo, de acordo com Boeira, \u00e9 desenvolver essa mesma sensibilidade em dire\u00e7\u00e3o aos outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplo:<\/strong> Quando um acordo com fornecedores n\u00e3o sai de jeito nenhum, pode ser que o impasse n\u00e3o envolva apenas limites financeiros ou f\u00edsicos. Talvez estejam envolvidos fatores emocionais como ansiedade e desespero. \u201cIdentificar esses limites ajuda a buscar uma solu\u00e7\u00e3o boa para as duas partes\u201d, conclui o especialista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte: Exame.com\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Est\u00e1 sentindo raiva, medo ou frustra\u00e7\u00e3o no trabalho? 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