{"id":6667,"date":"2015-07-17T08:00:09","date_gmt":"2015-07-17T11:00:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=6667"},"modified":"2016-10-25T16:42:07","modified_gmt":"2016-10-25T19:42:07","slug":"nao-e-so-um-chopinho-veja-6-motivos-para-ir-ao-proximo-happy-hour-da-firma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/comportamento\/nao-e-so-um-chopinho-veja-6-motivos-para-ir-ao-proximo-happy-hour-da-firma\/","title":{"rendered":"N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um chopinho: veja 6 motivos para ir ao pr\u00f3ximo happy hour da firma"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: left;\">Profissional que participa de encontros informais pode se dar bem:<\/p>\n<ul style=\"text-align: left;\">\n<li>\u00c9 poss\u00edvel ser mais notado por chefe e lembrado para promo\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li>Oportunidades podem surgir em almo\u00e7os, anivers\u00e1rios e happy hours<\/li>\n<li>Aus\u00eancia completa pode dificultar a caminhada profissional<\/li>\n<li>Eventos da empresa devem ser encarados como trabalho fora do trabalho<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\">Final de tarde ou in\u00edcio de noite, o expediente est\u00e1 acabando. Todos v\u00e3o terminando as tarefas do dia, juntando suas coisas, desligando computadores. De repente, surge aquela pergunta: &#8220;E a\u00ed, pessoal, vamos tomar alguma coisa?&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Nesse momento, qual \u00e9 a sua rea\u00e7\u00e3o: se anima, porque sempre \u00e9 bom dar uma relaxada, ou pensa na fam\u00edlia em casa, no hor\u00e1rio que vai levantar no dia seguinte e no cansa\u00e7o?<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os eventos sociais da empresa, como almo\u00e7o, festinhas de anivers\u00e1rio e o pr\u00f3prio happy hour devem ser levados a s\u00e9rio, porque muitas oportunidades podem sair da\u00ed. Uma maneira de encar\u00e1-los \u00e9 como trabalho fora do trabalho, afirma Erica Isomura, especialista em RH do site de empregos Vagas.com.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Nessas reuni\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel conhecer melhor os colegas, ser mais notado pelo chefe e, at\u00e9 mesmo, engatar um novo projeto na empresa.\u00a0 Mas elas precisam ser vistas na medida certa. &#8220;O erro est\u00e1 em valorizar demais ou desvalorizar. Na carreira, o melhor \u00e9 sempre o equil\u00edbrio&#8221;, afirma Isomura.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A aus\u00eancia completa em tais comemora\u00e7\u00f5es pode dificultar a caminhada profissional. &#8220;Quando aparece uma oportunidade, ela pode n\u00e3o ser lembrada para concorrer. Pode ser considerada uma pessoa que n\u00e3o \u00e9 dispon\u00edvel para eventos e que s\u00f3 procura quando precisa&#8221;, afirma Reny Okuhara, diretora da THGO Plus, consultoria especializada em gest\u00e3o de pessoas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Se o profissional \u00e9 t\u00edmido ou n\u00e3o \u00e9 muito soci\u00e1vel, pode tentar se arriscar um pouco, mas sem exagerar. &#8220;Minha dica \u00e9 tentar se desafiar, sem ferir seus valores. N\u00e3o precisa ser a pessoa que vai estar l\u00e1 para agitar a galera&#8221;, diz Erica Isomura.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8220;V\u00e1 aos poucos tentando conquistar seu espa\u00e7o, para que a experi\u00eancia n\u00e3o seja traum\u00e1tica ou mesmo passe vexame. Pessoas t\u00edmidas podem tender ao excesso para se mostrar. J\u00e1 vi irem para outro extremo, bebendo e falando demais&#8221;, afirma a especialista em RH.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Confira seis motivos para n\u00e3o negar o pr\u00f3ximo convite.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Quem aparece \u00e9 lembrado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para Reny Okuhara, diretora da THGO Plus, consultoria especializada em gest\u00e3o de pessoas, participar de tais eventos aumenta a chance de ser lembrado na hora da promo\u00e7\u00e3o. &#8220;Quem n\u00e3o aparece n\u00e3o \u00e9 lembrado&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">E ela diz isso por experi\u00eancia pr\u00f3pria. &#8220;Sempre participei e organizei eventos de happy hour profissional. Quando eu estava em transi\u00e7\u00e3o de carreira, foi justamente por eu sempre estar presente nesses eventos que pude contatar com facilidade uma das pessoas que me indicou para uma vaga na empresa em que era s\u00f3cio, e fui admitida&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo Okuhara, tamb\u00e9m \u00e9 importante estar presente na vida dos colegas em boas horas, e n\u00e3o apenas quando precisamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Oportunidades surgem<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O momento pode ser de descontra\u00e7\u00e3o, mas nada impede que o trabalho apare\u00e7a na conversa.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 de um papo informal que podem come\u00e7ar ideias, projetos e oportunidades em geral. &#8220;Nessas din\u00e2micas, muitas decis\u00f5es come\u00e7am a ser iniciadas&#8221;, afirma Erica Isomura.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Conhecimentos s\u00e3o adquiridos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para Reny Okuhara, participar \u00e9 uma oportunidade de aprender coisas novas. &#8220;Algu\u00e9m sempre tem alguma boa informa\u00e7\u00e3o para compartilhar, seja um novo curso, uma reportagem que leu ou algum acontecimento que presenciou&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>La\u00e7os ficam mais estreitos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Uma coisa \u00e9 ver seus colegas e falar com eles durante oito horas por dia dentro do escrit\u00f3rio. Outra, bem diferente, \u00e9 fora dele.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os eventos sociais permitem que muitas barreiras caiam e a aproxima\u00e7\u00e3o seja maior, inclusive com chefes.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">&#8220;\u00c9 poss\u00edvel conhecer outro lado das pessoas que muitas vezes n\u00e3o \u00e9 visto no trabalho, al\u00e9m de mostrar o seu pr\u00f3prio lado que n\u00e3o \u00e9 visto&#8221;, diz Erica Isomura<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Trabalho rende mais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os efeitos ben\u00e9ficos dos eventos da firma n\u00e3o terminam quando todos pagam a conta do restaurante. Eles podem ser sentidos no dia seguinte, e n\u00e3o apenas no relacionamento com seus colegas, mas na pr\u00f3pria pr\u00e1tica do trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Segundo Erica Isomura, durante essas conversas o profissional pode ficar sabendo de procedimentos da empresa que n\u00e3o conhecia, ou ser apresentado a um colega de outro setor, que pode facilitar o seu trabalho di\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ou seja, saber quem \u00e9 o Ademir da contabilidade pode facilitar aquele relat\u00f3rio ou at\u00e9 mesmo lhe salvar de uma enrascada em um futuro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Resultados s\u00e3o comemorados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Sangue, suor e l\u00e1grimas podem fazer parte da rotina em certos momentos do trabalho, mas, quando os resultados s\u00e3o conquistados, devem ser comemorados. \u00c9 importante ter a sensa\u00e7\u00e3o de que todo o esfor\u00e7o valeu a pena, e isso inclui relaxar ao lado de colegas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Para quem gosta dos eventos e festinhas, pode ser o f\u00f4lego necess\u00e1rio para iniciar novas conquistas no dia seguinte.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: small;\">Por Ricardo Marchesan \/ Fonte: UOL<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Profissional que participa de encontros informais pode se dar bem: \u00c9 poss\u00edvel ser mais notado por chefe e lembrado para promo\u00e7\u00f5es Oportunidades podem surgir em almo\u00e7os, anivers\u00e1rios e happy hours Aus\u00eancia completa pode dificultar a caminhada profissional Eventos da empresa devem ser encarados como trabalho fora do trabalho Final de tarde ou in\u00edcio de noite, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":52,"featured_media":12133,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[89],"tags":[843,844],"post_folder":[],"class_list":["post-6667","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comportamento","tag-happy-hour","tag-integracao-na-equipe"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6667","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/52"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6667"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6667\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12134,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6667\/revisions\/12134"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12133"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6667"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6667"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6667"},{"taxonomy":"post_folder","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/post_folder?post=6667"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}