{"id":7121,"date":"2015-12-09T08:00:40","date_gmt":"2015-12-09T11:00:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/?p=7121"},"modified":"2015-12-08T15:18:46","modified_gmt":"2015-12-08T18:18:46","slug":"workaholic-x-lovework","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/comportamento\/workaholic-x-lovework\/","title":{"rendered":"Workaholic X Lovework"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><em>Se voc\u00ea tem orgulho de workaholic, comece a repensar sobre o seu papel na sua vida. Este foi um v\u00edcio adquirido na d\u00e9cada de 90, e tal qual o cigarro era legal na d\u00e9cada de 70, hoje j\u00e1 pode ser considerado algo que poderia ser totalmente desprez\u00edvel por grande parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/workaholic-x-lovework\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7122\" src=\"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/blog-workaholic-x-lovework.jpg\" alt=\"blog-workaholic-x-lovework\" width=\"540\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/blog-workaholic-x-lovework.jpg 540w, https:\/\/www.curriculum.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/blog-workaholic-x-lovework-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00a0Tenho certeza absoluta que em algum momento de sua vida voc\u00ea j\u00e1 passou pela situa\u00e7\u00e3o de estar se relacionando com algu\u00e9m muito legal, mas que n\u00e3o preenche todos os seus vazios. E a desculpa \u00e9: mas \u00e9 uma pessoa muito digna, \u00e9 legalzinho, bonito, \u00e9 t\u00e3o querido, \u00e9 raro de se encontrar, \u00e9 rico, tem muitos valores internos&#8230; e a\u00ed?<\/p>\n<p>Voc\u00ea consegue se ver para o resto da vida ao lado dela sem que a sua vida n\u00e3o tenha um vazio? Quer fazer um teste? Pergunte para uma mulher se ela ama o seu homem. As que amam, n\u00e3o v\u00e3o titubear em dizer que sim, sem pensar, porque n\u00e3o passa pela cabe\u00e7a delas algo diferente. As que n\u00e3o t\u00eam certeza v\u00e3o titubear, ou procurar desculpas infundadas para justificar seus sentimentos. Ainda que as mulheres sejam algumas vezes mais dissimuladas (em geral) que os homens, nesta hora elas conseguem ser os seres mais transparentes do universo. O que n\u00e3o podemos deixar acontecer \u00e9 que este sentimento o sufoque a ponto de ser destrutivo.<\/p>\n<p>Dadas as devidas propor\u00e7\u00f5es, o mesmo acontece no trabalho. Os workaholics s\u00e3o pessoas que trabalham muito e s\u00e3o viciadas nisso. Aqueles que transferem tudo o que tem na vida para o trabalho e se afundam nele. Geralmente o realizam como mecanismo de fuga. E h\u00e1 uma infinidade de profissionais workaholics bem-sucedidos, o que \u00e9 perfeitamente explic\u00e1vel se nos lembrarmos da explica\u00e7\u00e3o das dez mil horas de Malcolm Gladwell. Mas, e o quanto isso \u00e9 saud\u00e1vel?<\/p>\n<p>Em geral, s\u00e3o pessoas que focam s\u00f3 naquilo e acabam deixando outros gaps em suas vidas: \u00e0s vezes na vida familiar, outras no lado social, c\u00f4njuge, ou ainda no quesito acad\u00eamico. N\u00e3o s\u00e3o necessariamente pessoas desequilibradas, mas que em algum momento sentem o desequil\u00edbrio de suas vidas por colocarem todos os pratos da sua balan\u00e7a de um \u00fanico lado. Em algum momento suas vidas ser\u00e3o afetadas por isso, ainda que voc\u00ea n\u00e3o acredite nesta possibilidade, considere-a, por favor.<\/p>\n<p>J\u00e1 os loveworkers s\u00e3o pessoas que amam o trabalho, mas que n\u00e3o sacrificam outras esferas de sua vida em fun\u00e7\u00e3o dele. S\u00e3o amantes do trabalho, mas n\u00e3o escravos dele. \u00c9 como dizer que \u00e9 preciso gostar do que faz para poder fazer o que gosta. Os loveworkers s\u00e3o mais leves que os workaholics e, na maioria das vezes, mais felizes tamb\u00e9m, ainda que n\u00e3o se comprove ou que tenhamos um bom comparativo da taxa de sucesso entre ambos no mercado de trabalho.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea fala com orgulho que \u00e9 workaholic, comece a pensar que as pessoas, num futuro bastante pr\u00f3ximo, poder\u00e3o come\u00e7ar a olhar para voc\u00ea de uma maneira estranha. J\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais orgulho dizer que \u00e9 viciado em trabalho. Este foi um v\u00edcio adquirido na d\u00e9cada de 90, e tal qual o cigarro era legal na d\u00e9cada de 70, hoje j\u00e1 pode ser considerado algo que poderia ser totalmente desprez\u00edvel por grande parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agora que voc\u00ea j\u00e1 sabe a diferen\u00e7a, pode descobrir se est\u00e1 mais para workaholic, lovework, ou nenhum dos dois. Uma coisa \u00e9 fato, o lovework tem muito mais chance de sucesso do que o workaholic. Lembre-se: o dinheiro n\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia de horas de trabalho, mas de produtividade efetiva.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\">Por Alessandra Assad * \/ Fonte: Administradores.com<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\">* Alessandra Assad \u00e9 formada em jornalismo, com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Comunica\u00e7\u00e3o Audiovisual e MBA em Dire\u00e7\u00e3o Estrat\u00e9gica. De 2003 a 2009, atuou como diretora de Reda\u00e7\u00e3o da revista VendaMais, a maior revista de vendas do Brasil e desde 2006 \u00e9 s\u00f3cia idealizadora da ASSIM ASSAD &#8211; Desenvolvimento Humano. \u00c9 autora dos livros Atreva-se a Mudar! &#8211; Como praticar a melhor gest\u00e3o de pessoas e processos (Thomas Nelson), Leve o Cora\u00e7\u00e3o para o Trabalho (Qualitymark) e A Arte da Guerra para Gest\u00e3o de Equipes (apenas para comunidade Europ\u00e9ia). Em 2014, teve seus tr\u00eas livros publicados na Europa pela Editora TopBooks Internacional.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea tem orgulho de workaholic, comece a repensar sobre o seu papel na sua vida. 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